terça-feira, 14 de setembro de 2010
Quando as torres caem
Não refiro-me às torres do jogo de xadrez, mas as torres de um jogo muito perigoso... a disputa de povos. Movidos pela religião e pela loucura, alguns grupos terroristas promovem atentados com o objetivo de serem ouvidos e chamar atenção. Creio que no dia 11 de setembro de 2001, eles conseguiram. Todo dia 11 de setembro lembro dos meus 11 anos de idade, sentado no chão da sala vendo desenhos animados, quando, de repente, a imagem muda. Tiram de mim a imagem colorida dos desenhos e mostram, para mim e ao mundo, a realidade da natureza humana.
Um avião se colide com um prédio monumental; fumaça faz parte da paisagem; gritos, junto à perguntas, são os sons de fundo de um acontecimento que ficará para sempre na história. É declarado aberto o progama Guerra ao Terror. O objetivo deste, não é apenas combater grupos terroristas, mas vingar-se de um povo. Vingança, contra os culpados ou não, é o único desejo dos americanos, pois seu ponto econômico fora destruído; sua segurança, violada; seu medo, aumentado. Os americanos sabem que as torres foram derrubadas, e é preciso proteger o rei. Torna-se, portanto, necessário mover os peões, os cavalos e os bispos. Torna-se, no final das contas, um aumento expressivo do número de mortos em diferentes locais do planeta.
A partir de agora, toda vez que se falar de terror, lembra-se do World Trade Center, da fumaça e do desespero. Para sempre, o dia 11 de setembro será um dia de luto. Meus pêsames aos que morreram nas torres, às famílias dos mortos e aos bombeiros, que morreram cumprindo a mais bela profissão... salvar vidas.
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